Sobre

Dez anos do lado de dentro do balcão.

Gerente-geral, dono e consultor, entre Brasil, Nicarágua e Costa Rica.

Bruno Caramori Bittar

Sobre o consultor

Quem fala com você

Eu já fui o responsável por abrir o restaurante e a pousada às sete e fechar o caixa à uma da manhã. Fui quem foi até a mesa falar com o cliente que recebeu o pedido errado, com o hóspede que chegou e a reserva não estava lá, com quem pagou e saiu insatisfeito. Dez anos de operação entre Brasil, Nicarágua e Costa Rica, como gerente-geral, dono e consultor. Liderei equipes multiculturais de até 35 pessoas, atendi milhares de clientes internacionais, e respondi por cada número no fim do mês, bom ou ruim. Depois disso, montei a primeira DRE gerencial e os primeiros indicadores de uma fábrica com 17 anos de mercado, e treinei a equipe para tocar aquilo sem mim.

Não aprendi operação somente em curso. Aprendi fechando caixa, gerando novos clientes, criando sistemas operacionais, negociando com fornecedores e liderando equipes cansadas e perdidas.

Abri negócio às sete, fechei o caixa à uma, e respondi a avaliação do hóspede no dia seguinte. As três coisas na mesma semana, por dez anos.

Em três idiomas

Seu hóspede argentino escreveu em espanhol. Ninguém respondeu.

Avaliação sem resposta pesa duas vezes: o hóspede que escreveu não volta, e os próximos trinta leem o silêncio. Eu respondo em português, inglês e espanhol, escrevo o padrão de resposta e treino sua recepção para usar ele. Dez anos entre Brasil, Nicarágua e Costa Rica atendendo hóspede estrangeiro Não conheço concorrente que faça isso.

O que não é

Não é o que você já tentou.

  • Não é só agência.

    Eu cuido do digital junto com a operação: o anúncio e o que o hóspede encontra quando chega. O domínio e as contas ficam no seu nome.

  • Não é consultor de processo.

    Ele desenha o fluxo, entrega o mapa e não toca no que o hóspede vê. O anúncio continua igual, e o anúncio é metade do problema.

  • Não é relatório de cinquenta páginas.

    Eu não entrego diagnóstico e vou embora. O relatório fica na gaveta e a operação continua igual. Eu instalo, treino quem executa e acompanho os números com você.

Em dez anos eu fui o cara que usava todos os chapéus e colocava a casa em ordem. A diferença é que agora eu não venho vestir os chapéus por você — venho montar a estrutura que faz eles pararem de existir, e treinar quem vai tocar.

Antes de me chamar

Quando eu digo não.

Eu não pego operação em que o dono não queira adaptar seu estilo de gestão. Não é julgamento — é que sem isso o trabalho não traz resultados, e eu já descobri isso do jeito caro.

Próximo passo

Primeiro o diagnóstico. Depois, 45 minutos para decidir se faz sentido.

Imagine o primeiro domingo em que o telefone toca para solucionar um problema e seu funcionário consegue resolver.

Em português, inglês e espanhol